sexta-feira

Notícias da Web - Os 10 lugares mais perigosos do mundo



O site listverse, que reúne listas dos mais diversos assuntos, elegeu os 10 lugares mais perigosos do mundo para serem visitados. E tem Brasil no pódio, confira!










10º. Grande Remendo de Lixo do Pacífico / Oceano Pacífico 

O 'Grande Remendo de Lixo do Pacífico', descrito também como o vórtex do lixo, é uma rotação da superfície marinha no Oceano Pacífico Norte Central, situado aproximadamente entre 135° a 155°W e 35° a 42°N. Muitos estimam que o redemoinho de lixo seja do tamanho dos Estados Unidos, porém o tamanho exato não é sabido ao certo. O remendo é caracterizado por concentrações excepcionalmente elevadas de plásticos, lama química, e outros restos que foram levados pelas correntes marítimas. O local não é facilmente visível porque consiste em partes muito pequenas, a maioria de seus índices está abaixo da superfície do oceano.









9º. Ilhas Izu / Japão

A Península de Izu está situada a oeste de Tóquio, na ilha japonesa de Honshu. Por causa de sua natureza vulcânica, o local é impregnado de enxôfre, que cheira como ovo podre. Os moradores foram evacuados de lá em 1953 e em 2000 devido à atividade vulcânica e aos níveis perigosamente elevados do gás. A volta foi autorizada em 2005, mas apenas com o uso de máscaras, caso os níveis do gás subam inesperadamentea....







8º. A porta para o inferno / Turcomenistão

Ao perfurar em Derweze, no Turcomenistão, em 1971, os geólogos encontraram acidentalmente uma caverna subterrânea enchida com gás natural. A terra abaixo do equipamento perfurando desmoronou, deixando um furo. Para evitar a descarga venenosa do gás, os cientistas decidiram tacar fogo no local. Os geólogos esperavam que o fogo acabasse em alguns dias, mas ele têm queimado desde então a 37 anos. Os locais nomearam a caverna a porta ao inferno.









7º. Jardim Venenoso de Alnwick / Inglaterra

Inspirado nos jardins botânicos em Pádua, Itália, o jardim venenoso de Alnwick é um lugar devotado inteiramente às plantas que podem matar. Têm plantas que crescem no campo britânico, assim como muitas variedades incomuns. O jardim de Alnwick tem uma licença para cultivar algumas plantas muito especiais: cannabis e coca, que são encontrados atrás de grades em gaiolas gigantes - para razões óbvias. ...








6º. Minas de Asbestos / Canadá

O asbesto é um jogo de seis minerais naturais do silicato altamente apreciado por sua capacidade de absorção do fogo e do som. Entretanto, a exposição a este material causa câncer e uma variedade de outras doenças. É tão perigoso que a união Europeia proibiu toda a mineração e o uso do asbesto. Mas, quem quer ver o material de perto, pode ir ao Canadá. Lá, nas minas de Thetford, você pode visitar uma mina enorme do asbesto.








5º Ilha de Ramree / Burma

O quinto lugar mais perigoso é ainda mais sinistro: a ilha de Ramree, em Burma, no sudeste asiático. Trata-se de um imenso pântano, infestado por mosquitos transmissores da malária e repleta de crocodilos gigantes. Durante a II Guerra Mundial, a ilha foi palco de uma batalha por seis semanas, e os relatos de soldados japoneses são macabros. Dos cerca de mil designados para o local, só 20 sobreviveram - os demais foram comidos.







4º. Estrada Yungas / Bolívia

O quarto lugar mais perigoso é a estrada Yungas, que liga La Paz a Coroico, na Bolívia. Ela tem 56 quilômetros de extensão e faz qualquer estrada brasileira parecer uma Autobahn alemã. A Yungas contorna a Cordilheira dos Andes, a mais de 3 mil metros de altitde. Ela é sinuosa, não possui asfalto e, veja bem, não tem guard rail, mureta, nada. Se você erra uma curva, cai de uma altura de 600 metros. Sem falar na neblina.







3º. Vulcões de Lama / Azerbaijão

A "medalha de bronze" do pior lugar do mundo fica no Azerbaijão, numa área tomada por centenas de pequenos vulcões de lama - sim, lama. Quando entram em atividade, voa lama para tudo quanto é lado. Você não vai querer ser atingido por uma bolota de lama caída do céu, vai?









2º. Zona da Alienação/ Europa Oriental

Chernobyl, na Ucrânia, foi palco do maior desastre radioativo do mundo - uma explosão num reator da usina nuclear, gerou uma imensa nuvem radioativa que contaminou pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão da Europa, chamada de Zona da Alienação. Apesar de resíduos da radiação permanecerem no solo até hoje, algumas pessoas ainda moram por lá.








1º. Ilha de Queimada Grande / Brasil

O lugar mais perigoso do mundo para visitar fica no Brasil! A Ilha de Queimada Grande, no litoral sul de São Paulo, foi apontada como o verdadeiro inferno na Terra. Esta localizada a 36km da costa Continental de Itanhaém. Ela só é paradisíaca vista bem de longe. O lugar possui a incrível média de nove serpentes por metro quadrado - são cerca de quatro mil no total. E são todas do tipo Jararaca-Ilhoa (Bothrops insularis), com um veneno extramemente potente, capaz de matar uma pessoa em poucos instantes. Para ver como esse lugar é perigoso, ninguém pode entrar na ilha sem autorização da Marinha.




A placa que existia na Ilha Queimada Grande alertando para as serpentes venenosas, desapareceu. Foi arrancada pelo tempo. Mas para os pescadores da região o aviso era desnecessário. Todos sabem que a ilha não é um lugar receptivo e jamais desembarcam lá. São esses homens do mar os responsáveis pelo nome da ilha. Cientes do risco que corriam ao desembarcar em terra firme, eles ateavam fogo na mata costeira para afugentar as serpentes. A técnica deu origem à denominação Queimada Grande, mas foi incapaz de ameaçar o reinado da Jararaca-Ilhoa. O desembarque na Ilha Queimada Grande é proibido. 

Não há extensão de praia devido à pouca presença de areia ao redor da ilha. Possui duas elevações: a primeira mais plana onde se localiza um pequeno farol e a segunda constituída por uma elevação de 206 metros. Não há praias nem enseadas que possam facilitar o desembarque, que é feito nas plataformas rochosas, de grande quantidade de limo, o que torna ainda mais difícil. Tem uma superfície de 430.000 m², com uma topografia irregular. Sua vegetação é composta por árvores altas, formando maciço bosque. Em seus rochedos formam-se grutas. 

Jamais uma reserva de Mata Atlântica teve protetores tão temidos quanto a Ilha Queimada Grande, que dista 36 km. da costa continental de Itanhaém, litoral Sul de São Paulo. Lá não existe posto da Polícia Florestal, nem um plantão permanente de bravos ecologistas. Mas poucos se atreveriam a disputar o território com as 15.000 cobras - no mínimo - que povoam a ilha, quase todas serpentes da espécie Bothrops insularis , mais conhecida como jararacas ilhoas. São parentes das jararacas continentais, só que donas de um veneno de 12 a 20 vezes mais forte.  A ilha é um paraíso com excesso de serpentes.

O desenvolvimento dessa espécie se deu por causa do isolamento geográfico a que foi submetida desde a época da glaciação da Terra, há uns 10.000 anos. Quando as águas do degelo cobriram grandes extensões de terra, formaram-se várias ilhas, como essa. A maioria dos animais migrou para o continente. Os demais, impossibilitados de nadar, ficaram confinados, sobreviveram apenas aqueles que puderam se adaptar às condições da ilha. Presa numa ilha rochosa onde o alimento se resume a aves, a jararaca passou a subir em árvores, o que não é natural para as espécies do continente. Seu veneno tornou-se mais potente para garantir a morte imediata da presa que, se demorasse para morrer, poderia acabar no mar. A cor da pele da cobra tornou-se menos vistosa: ocre uniforme, que varia até um marrom claro, chamando pouca atenção. Povoadas de uma infinidade de animais marinhos (barracudas, peixes-frade, peixes-voadores, arraias, tartarugas), as águas do entorno da Ilha têm ótima visibilidade e uma atração extra: o naufrágio do Tocantins, um cargueiro de 110 metros de comprimento que se encontra quase na vertical. Há também o navio mercante Rio Negro, já aos destroços, um pouco afastado do local onde se encontra o Tocantins. Não é à toa que ninguém mais mora lá desde 1918, quando a marinha automatizou o farol da ilha. Até então, apesar da inexistência de água potável (os animais bebem apenas a água da chuva), havia sempre um faroleiro com sua família na Queimada Grande. Mas os sucessivos relatos de acidentes fatais com as serpentes inviabilizaram o farol manual e chamaram a atenção dos biólogos do Instituto Butantã, que intensificaram as viagens à ilha a partir de 1984, tendo a primeira pesquisa científica neste viveiro natural para o estudo desse estranho fenômeno biológico, se deu em 1914, mas somente em 1920 foi possível um estudo mais detalhado da espécie por Afrânio do Amaral, do Instituto Butantã.


É linda não? 
Mas não se deixe enganar pela beleza dessa maravilhosa ilha.
Os hóspedes não são nada amigáveis.












O lugar mais perigoso do mundo - Ilha da Queimada Grande - SP














Fonte: yahoo,itanhaem.sp.gov.br/turismo/turismo/ilha_queimada_grande
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